Praia A praia da Costa Nova do Prado, também conhecida apenas por Costa Nova, situa-se na costa ocidental de Portugal, na linha de costa da Ria de Aveiro. Localiza-se na freguesia da Gafanha da Encarnação, no Município de Ílhavo, tal como a Praia da Barra, na Região Centro de Portugal. Teve a sua origem na abertura da barra da Ria de Aveiro, a partir do ano de 1808. A designação, julga-se, dever-se-à a dois factos. O primeiro, "Costa Nova", em oposição à "Costa Velha" (São Jacinto). Em segundo lugar deve-se ao facto de neste local, ter existido um enorme e verdejante prado. É uma das excelentes praias portuguesas para a prática de desportos náuticos, já que, além da frente atlântica, dispõe também de uma frente ribeirinha para o canal de Mira da ria de Aveiro. Além de um dos mais antigos clubes de vela da ria de Aveiro — o Clube de Vela da Costa Nova, lá se encontram ainda localizadas escolas de kitesurf, canoagem e surf, entre outras modalidades desportivas, com destaque para uma das novidades: o Paddle Surf. A Praia é também atravessada por uma moderna ciclovia/ecovia que a liga quer à Ponte da Barra e à Praia da Barra, quer à Praia da Vagueira, esta última no vizinho Município de Vagos. Uma das atividades mais frequentes é o minigolfe, por via do clube que aqui se instalou há várias décadas. Dispõe também de vários recintos desportivos ao ar livre: ténis e futebol. Gastronomicamente, a "tripa", um dos mais afamados doces regionais, surgiu na Costa Nova. No Mercado do Peixe que aqui se encontra é também possível adquirir marisco previamente confecionado, especialmente ao fim-de-semana. Anualmente, em agosto, realiza-se o Ria a Gosto — Festival de marisco da Costa Nova. Aqui existem muitos e bons restaurantes, especializados em bacalhau, peixe fresco — grelhado ou em caldeiradas e ainda mariscos da ria de Aveiro. O ex-libris desta praia são os "palheiros" — casas com listas verticais ou horizontais intercaladas, antigos armazéns de materiais de pesca, ou armazéns de salga da sardinha, atualmente convertidos em residências balneares.
Universidade Assim iniciou, a 15 de dezembro de 1973, o então Ministro da Educação Nacional, José Veiga Simão, o seu discurso de empossamento da primeira Comissão Instaladora da Universidade de Aveiro (UA), constituída pelo primeiro Reitor, Victor Simões Gil, e por outros ilustres elementos da sociedade académica e aveirense. No ano de 1974/1975 a UA é aberta ao público com o curso de Eletrónica e de Telecomunicações e os seus primeiros 46 alunos. A aposta da UA foi para a criação de cursos em áreas inovadoras, não exploradas pelas instituições de ensino superior tradicionais, e em domínios com correspondência na estrutura produtiva regional e nacional. Em 1975/1976 foi criado o curso de Estudos do Ambiente e também diversos cursos de formação de professores: Ciências da Natureza, Matemática, Inglês-Português e Francês-Português. A população estudantil era constituída por 338 estudantes e nesse mesmo ano foram construídas as primeiras infraestruturas próprias, situadas onde mais tarde seria implantado o Campus Universitário de Santiago. O acréscimo da população escolar ficou a dever-se à entrada em funcionamento de diversos cursos de Bacharelato, que funcionaram até ao ano letivo de 1977/1978, sendo substituídos no ano seguinte por Licenciaturas no âmbito da primeira restruturação pedagógica realizada na Universidade de Aveiro. No ano letivo de 1977/1978 foi proposto pelo Governo a criação, na UA, de um projeto-piloto: o primeiro Centro Integrado de Formação de Professores (CIFOP), atual Centro para a Aprendizagem ao Longo da Vida (continUA), do país. A UA acolheu esta iniciativa que visava a formação de professores, desde a Educação de Infância ao Ensino Superior, com recurso a currículos e metodologias inovadoras. Desenvolveu-se, desta forma, uma grande área de intervenção da Universidade – a Educação e Formação de Professores. Foi João Evangelista Loureiro, antigo vice-reitor da UA, o grande impulsionador deste projeto. Cinco anos volvidos sobre a fundação da Universidade de Aveiro, um grupo de estudantes organizou-se e a 28 de junho de 1978 criou a Associação de Estudantes da Universidade de Aveiro. Mais tarde esta designação altera-se para Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv), nome que ainda hoje adota.
Sport Clube Beira-Mar O Sport Clube Beira-Mar OB, mais conhecido como Beira-Mar, é um clube eclético português com sede em Aveiro, nomeado em alusão ao bairro aveirense com o mesmo nome e oficialmente fundado no Réveillon de 1921 para 1922, numa sessão que começou na noite de 31 de Dezembro de 1921 e que culminou no dia seguinte, 1 de Janeiro de 1922, conforme ata de constituição aqui reproduzida.[1] Ata da Inauguração do Sport Clube Beira-Mar Neste clube são praticadas várias modalidades sendo o futebol de onze a mais representativa, mas igualmente outras modalidades como o futsal, basquetebol, judo, boxe, paintball, atletismo, bilhar, Jiu Jitsu, Xadrez e squash. Em 2010, a secção de natação suspendeu a sua atividade e em 2011 o mesmo aconteceu com a secção de triatlo e duatlo. Em todas estas modalidades é desenvolvida formação de jovens. O clube não possui infraestruturas, uma vez que o pavilhão polidesportivo do Alboi (mais tarde demolido), um apartamento foram vendidos em hasta pública, assim como as piscinas e o estádio é propriedade do município de Aveiro.
Salinas As Salinas de Aveiro são um dos marcos históricos e naturais da região de Aveiro, conhecida pela sua produção de sal marinho, uma tradição que remonta a séculos. As salinas estão localizadas nas áreas costeiras da cidade de Aveiro e em seus arredores, e são uma das atrações turísticas mais fascinantes da região. Elas não só oferecem uma visão única da produção do sal, mas também permitem que os visitantes mergulhem na cultura e história local. Como funcionam as salinas: As salinas de Aveiro são instaladas em zonas de marisma, onde a água do mar é desviada para uma série de canais e tanques rasos, conhecidos como "salinas". A água salgada é então deixada a evaporar ao sol, um processo que resulta na formação de cristais de sal, que são recolhidos manualmente. O sal produzido em Aveiro é considerado de alta qualidade, especialmente o sal grosso, que é utilizado tanto na culinária como em tratamentos terapêuticos. As salinas também são um excelente local para a observação de aves, devido à sua localização em áreas de natureza preservada. História e Tradição: A atividade de extração de sal em Aveiro tem raízes profundas na história da região. Durante séculos, a produção de sal foi uma das principais fontes de rendimento da cidade e da região. O sal era fundamental para a conservação dos alimentos e para o comércio, sendo um recurso valioso na Idade Média e até mesmo durante o Império Romano. Além disso, a produção de sal em Aveiro era um dos principais motores da economia local e, ao longo do tempo, as técnicas de extração foram aprimoradas, mantendo-se em grande parte inalteradas até hoje.
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